A três semanas do primeiro turno, quatro institutos de pesquisa estão nas ruas e deverão divulgar os resultados sobre a disputa para o Governo e Senado em Mato Grosso do Sul nesta semana. Três institutos poderão divulgar os resultados na quinta-feira (10), enquanto um tem autorização para publicar na sexta-feira.
Os levantamentos devem servir de base para definir a campanha dos candidatos a governador na reta final. O governador Eduardo Riedel (PP) trabalha para liquidar a fatura no primeiro turno e aposta no apoio do senador Flávio Bolsonaro (PL), apesar das denúncias envolvendo o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Já a oposição trabalha com a perspectiva de segundo turno. Melhor posicionado nas pesquisas, o advogado Fábio Trad (PT) tem intensificado a ligação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para crescer. Ele tem ficado em torno de 20%, enquanto Lula supera os 30% no Estado.
O ex-senador Delcídio do Amaral (PRD) aparece em 3º e luta para recuperar o prestígio no Estado. Há 12 anos, em 2014, ele chegou a superar 40% no Estado.
O deputado estadual João Henrique Catan (Novo) aposta no eleitorado de direita para subir, mas não tem convencido os bolsonaristas após trocar de partido e briga pelo 4º lugar com o economista Renato Gomes (DC).
O Instituto Ranking Brasil, a Real Time Big Data e o Ipems vão ter os números divulgados na quinta, enquanto o Instituto Veritá sairá na sexta-feira.
As pesquisas estão divergindo bastante no Estado. Até o momento, todos apontam Riedel acima de 40%. Fábio tem mais de 20% na maioria dos levantamentos, com exceção da Quaest, que o colocou abaixo deste índice.
Delcídio aparece com folga em 3º, com exceção do Atlas Intel, que o colocou em 5º com menos de 1%. Ele até ingressou com ação na Justiça para suspender a pesquisa.
Na última eleição para o Governo, todos os institutos de pesquisa erraram o resultado do primeiro turno. Na véspera da eleição, pesquisas apontaram André Puccinelli (MDB) em primeiro e Capitão Contar em 5º. Abertas as urnas, o militar ficou em 1º e o ex-governador ficou fora do segundo turno.











