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Médica explica por que Sabrina Sato esperou dois meses para revelar que está grávida

Médica explica por que Sabrina Sato esperou dois meses para revelar que está grávida

Em entrevista à Contigo!, média explica cuidados necessário para uma gestação tranquila e saudável, como a de Sabrina Sato

Sabrina Sato está grávida do segundo filho, o primeiro fruto do seu namoro com Nicolas Prattes. A novidade foi revelada nesta quarta-feira, 16, após dois meses de gestação. O casal está junto desde o início do ano quando assumiu relacionamento durante o carnaval.

“Uma nova gestação é uma benção e será sempre bem vinda. Sabrina e Nicolas descobriram recentemente uma gestação ainda em estágio inicial. Por orientação médica, foi pedido que aguardassem a evolução com cuidado e amor. E assim estamos fazendo, com fé e na expectativa que evolua bem”, disse a assessoria da apresentadora em nota divulgada à imprensa. 

A estrela da Globo precisou seguir recomendações médicas antes de divulgar oficialmente que está grávida. A imprensa já havia descoberto que ela espera um novo bebê, mas por respeito ao pedido dela, manteve a informação guardada até a sinalização de profissionais de saúde sobre segurança da gestação. 

Em entrevista à Contigo!, a Drª Monique Novacek, ginecologista obstetra da Clínica Mantelli, revela que os primeiros três meses da gravidez são cruciais para o desenvolvimento do bebê e descarte de possíveis complicações. Isso não diz respeito somente a Sato, mas a todas as mulheres que se encontram nessa fase especial. 

“Muitas mulheres optam por esperar os três meses de gestação para divulgar a gravidez. É claro que quando a gente fala de três meses a gente está falando do primeiro trimestre. Então é o trimestre onde o bebê está se desenvolvendo, as células estão crescendo, está se formando um embriãozinho e é a chance onde mais tem de acontecer alguma má-formação. Então é onde acontecem as maiores chances de um aborto espontâneo. Muitas mulheres incluindo figuras públicas como a Sabrina Sato agora optam por esperar o fim desse primeiro trimestre para contar porque se sofrer um aborto nesse meio tempo obviamente que as pessoas vão ficar perguntando, muitas não sabem e isso pode causar um constrangimento e uma tristeza para a paciente”, explica.

“E nesse período é onde a gente tem como fazer exames genéticos se precisar e a paciente quiser para saber um pouco mais dessas malformações então um deles inclui que é um teste vazio teste genético não invasivo que pode ser feito a partir da nona semana da gestação. Ele tem o básico e o ampliado. A gente já consegue descartar algumas principais malformações e também é onde é feito o exame morfológico de ultrassom que é feito de 11 a 14 semanas onde a gente vai ver todo o desenvolvimento do bebê o risco também dessas malformações, o risco de uma pré-eclâmpsia. Com esses exames normais a chance de acontecer um aborto espontâneo é muito menor. Por isso que esse período é o que a gente fala ali que muitas mulheres esperam para contar a notícia da gestação. Acaba dando um pouco mais de segurança e conforto para o paciente”, destaca. 

A especialista ressalta que a pressão para Sabrina Sato, com a relevância na mídia que ela tem, torna a situação ainda mais delicada. Por ser uma figura pública, a apresentadora do GNT precisa tomar uma série de cuidados para evitar qualquer trauma na saúde física e mental. 

“É claro que está constantemente exposta a críticas, pressão da mídia e da sociedade pode gerar um estresse e uma ansiedade muito importante. A gestante já vai estar num momento delicado de alterações hormonais que podem deixá-la mais sensível, muitas acabam indo para um lado de mais tristeza, de mais preocupação e mais ansiedade. E quando tem essa pressão da sociedade, isso piora. E é claro que nesse começo de gestação, assim como a gestação inteira, o fator emocional e de estresse importa muito“, diz. 

“Se a gente tem um ambiente mais agradável, com menos ansiedade, uma mãe confiante, positiva, com a sua saúde mental em dia, com a sua saúde física também, a chance de acontecer uma pressão alta, uma diabetes gestacional, um parto prematuro. Tudo isso é muito importante. Isso vai diminuindo“, conclui.   

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