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Irmã de Liam Payne rompe o silêncio sobre a morte do cantor: 'Não acredito'

Irmã de Liam Payne rompe o silêncio sobre a morte do cantor: 'Não acredito'

Irmã de Liam Payne rompe o silêncio nas redes sociais e diz como está se sentindo após falecimento do artista na Argentina

Irmã de Liam Payne, Ruth Gibbins falou pela primeira vez sobre a morte do artista, que faleceu aos 31 anos ao despencar do terceiro andar de um hotel em Buenos Aires, na Argentina. Desolada, ela contou como está se sentindo em meio à repentina e terrível notícia.

Em uma carta aberta publicada nas redes sociais, ela abriu o coração: “Meu cérebro está tendo dificuldade em entender o que está acontecendo, não acredito que você se foi. Só quero dirigir até sua casa e te encontrar lá escrevendo uma música ou fazendo arte e sentar com você enquanto você desenha ou faz algum artesanato”, iniciou.

“Não sinto que esse mundo foi bom ou gentil o suficiente com você e, várias vezes ao longo dos últimos anos, você tentou muito superar tudo que estava contra você. Você só queria ser amado e fazer as pessoas felizes com a sua música. Você nunca acreditou que era bom o suficiente, espero que agora consiga ver a enxurrada de amor que nunca recebeu quando estava vivo”, continuou Ruth.

Por fim, ela lamentou não ter conseguido ‘salvar’ o irmão: “Obrigada por mudar a minha vida, obrigada pelas memórias incríveis, obrigada por ser o melhor amigo e irmão que eu poderia ter. Nós vamos tomar conta de Bear e ele sempre vai saber o quão incrível o pai dele era e o tanto que você idolatrava ele. Desculpa que não consegui te salvar. Te amo e meu coração sente muito a sua falta”.

DEPOIMENTO DE GAROTAS DE PROGRAMA SOBRE LIAM PAYNE

Duas jovens de 25 anos disseram para a polícia que enquanto elas estiveram no quarto de Liam Payne na quarta-feira (15), tanto elas, quanto ele, apenas beberam álcool, e não houve uso de outro tipo de droga.

Segundo o La Nación, elas foram contratadas através de um site em que garotas de programa vão até o cliente. E assim, chegaram ao hotel CasaSur, no bairro de Palermo, em Buenos Aires.

Uma fonte do jornal disse que as duas garotas colaboraram com a polícia desde o início das investigações. “As testemunhas se mostraram colaborativas. Não apenas em suas declarações, mas também ao oferecer acesso aos seus telefones celulares”, disse uma pessoa ouvida pelo veículo.



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