A reportagem apurou que a decisão foi tomada por avaliar que no Podemos há menos restrição para aliança do que no PSDB. A decisão final deve ser tomada no próximo dia 29.
Na fusão, todos os filiados com mandato poderiam sair em 30 dias. Já na incorporação, se aprovada, apenas os filiados ao Podemos, que será incorporado ao PSDB, poderão sair sem perder o mandato.
Caso seja confirmada, a incorporação provocará mudanças significativas no rumo dos filiados em Mato Grosso do Sul. Eduardo Riedel (PSDB) e Reinaldo Azambuja (PSDB) não poderão sair sem olhar para trás, porque precisará deixar 256 vereadores.
Com a fusão, todos os vereadores e deputados poderiam deixar o mandato e seguir as lideranças. Já na incorporação a dupla terá que continuar comandando o partido.
Na Capital, por exemplo, os cinco vereadores querem concorrer na eleição do próximo ano, mas não poderão trocar de sigla se confirmada a incorporação.
O governador Eduardo Riedel afirma que o martelo só será batido em uma discussão a ser realizada no dia 29. Embora ele seja próximo ao Podemos, parte das lideranças avalia que a junção das duas siglas não provocará grandes mudanças no tamanho do partido e defende a saída.
Riedel já foi convidado para se filiar ao PL, de Jair Bolsonaro, PSD, de Gilberto Kassab, e PP, comandado no Estado por Tereza Cristina. Ele também andou conversando com o governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, um dos caminhos possíveis para o grupo político.










