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Expoentes do Centrão afagam presidente do PT em jantar de posse

Políticos da direita à esquerda marcaram presença no jantar de posse do novo presidente nacional do PT, Edinho Silva, em Brasília.

Ainda no jantar, à CNN, o ex-ministro de Bolsonaro defendeu que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), seja o nome para disputar as eleições de 2026 pela direita.

Ele disse que já fez chegar o pleito a Bolsonaro, que ainda resiste em indicar um sucessor. Na avaliação do senador, a resistência pode colocar a disputa em risco para oposição.

Ciro usou como exemplo as eleições de 2018 – quando, impedido pela Justiça, Luiz Inácio Lula da Silva deixou para indicar Fernando Haddad na última hora pelo PT.

Ainda na visão de Ciro, se candidato ao Planalto, Tarcísio terá que migrar ao PL, em gesto de boa vontade a Bolsonaro.

Ao lado do ex-líder do PT na Câmara, deputado Odair Cunha (MG), Ciro defendeu que não há “um petista” que acredite na vitória de Lula, caso Tarcísio seja candidato.

O parlamentar demorou para entender a provocação, mas reagiu negando a afirmação, com bom humor.

Outro presente era o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que mantém bom trânsito no Palácio do Planalto, especialmente por ter em mãos o destino de um projeto caro ao governo, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até cinco mil reais.

Os ministros do Esporte, Andre Fufuca (PP-MA), de Portos, Silvio Costa Filho (Republicanos), e do Turismo, Celso Sabino (União Brasil), estiveram no jantar.

Entre petistas, os nomes de maior projeção eram Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Fernando Haddad (Fazenda).

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