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Enquanto Pollon ironiza prisão de Braga Netto, Camila Jara crava: 'golpista'

Enquanto Pollon ironiza prisão de Braga Netto, Camila Jara crava: 'golpista'

A prisão do general do Exército Brasileiro, Braga Netto, aliado de Jair Bolsonaro, na manhã deste sábado (14), repercutiu entre parlamentares de MS. O fiel bolsonarista, deputado Marcos Pollon (PL), debochou do caso. Já a petista Camila Jara, refletiu que a prisão é justa. 

Pollon ironizou a prisão por meio do Instagram. O federal usou trechos da decisão judicial que continham a palavra ”suposta” para dizer que a prisão foi baseada em narrativas. Para o Supremo Tribunal Federal, o militar da alta cúpula do Exército estava obstruindo as investigações que apuram tentativa de golpe de estado. 

”Suposta” obstrução, ”suposto” golpe, e assim vai! Essas são as narrativas para perseguirem a direita. A justiça do alto não falhará!”, cravou Marcos Pollon. 

Outro deputado federal que ironizou a prisão foi Rodolfo Nogueira, do mesmo partido. Ele escreveu ”PF prende Braga Netto por ordem do STF” e debochou: 

”O motivo? O ‘golpe’ que nunca ocorreu, além da tese de planejamento para as execuções de Lula e Alexandre de Moraes”.   

O vereador eleito Rafael Tavares (PL) também postou sobre o ocorrido pela manhã. 

”Ou se prende os comunistas pelos crimes que eles cometeram, ou eles, fortalecidos, irão nos prender por crimes que não cometemos”. 

PT

Camila Jara usou a mesma rede social e postou trecho de notícia de jornal que citava a prisão do aliado de Bolsonaro. 

”Ele é investigado no inquérito que apurou a tentativa de golpe de Estado para impedir a posse do presidente Lula”. 

Pedro Kemp, do PT, não teceu comentários. No entanto postou título de um jornal, dando conta que Braga Netto é alvo do inquérito do golpe e que seria ”ex-vice de Bolsonaro”.

Motivo

Segundo o Metrópoles, a PF diz que os investigados estariam atrapalhando a livre produção de provas durante a instrução processual penal. As medidas judiciais, também segundo a corporação, têm como objetivo evitar a reiteração das ações ilícitas.
 



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