O uso da Estrada-Parque de Piraputanga, no transporte de eucalipto da Suzano com carretas gigantes, para a indústria economizar, foi liberado pelos dois órgãos estaduais que têm obrigação de preservar o desenvolvimento sustentável em Mato Grosso do Sul, antes mesmo da conclusão do plano de manejo da região.
Mesmo assim, o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) e a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) dizem que não enxergam problemas e nem riscos na conversão da estrada, construída para ser uma atração ecoturística em corredor diário para trânsito de tritrens com até 74 toneladas de madeira.
O uso da Estrada-Parque de Piraputanga, no transporte de eucalipto da Suzano com carretas gigantes, para a indústria economizar, foi liberado pelos dois órgãos estaduais que têm obrigação de preservar o desenvolvimento sustentável em Mato Grosso do Sul, antes mesmo da conclusão do plano de manejo da região.
Mesmo assim, o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) e a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) dizem que não enxergam problemas e nem riscos na conversão da estrada, construída para ser uma atração ecoturística em corredor diário para trânsito de tritrens com até 74 toneladas de madeira.
Em nota, a Agesul defende a Suzano: “a empresa Suzano tem, em território sul-mato-grossense, o maior investimento privado em andamento no Brasil, e mantém uma operação reduzida nessa localidade, com velocidade controlada, frota limitada e já instalaram seis áreas de escape nesse trecho, em cumprimento a uma exigência da Agesul”.
No entanto, não há informações sobre eventuais estudos de impacto ambiental nem para o uso da rodovia estadual, nem para a construção das tais ‘áreas de escape’ no trecho da MS-450.
